quarta-feira, 29 de outubro de 2014

Courier e OpenType

Courier é uma fonte tipográfica monoespaçada, de serifa egípcia, projetada para assemelhar a saída de uma batida de máquina de escrever. A tipografia foi projetada por Howard "Bud" Kettler em 1955.

ABCDEFGHIJKLMNOPQRSTUVWXYZ
abcdefghijklmnopqrstuvwxyz
1234567890






OpenType é um formato de fontes de computador escalável, inicialmente desenvolvido pela Microsoft, e mais tarde em cooperação com a Adobe Systems. Foi anunciado pela primeira vez em 1996, com um número significante de fontes lançadas em 2000 e 2001. A Adobe completou a conversão de todas as fontes que comercializava, em PostScript para OpenType, no final de 2002. Em 2005, estima-se que estavam a ser comercializadas no mercado cerca de 10.000 fontes neste formato, sendo 3.000 delas da Adobe.



Tipo de Média TEXTO

Uma Fonte Tipográfica (ou Tipo de Letra) é um conjuntos de caracteres que podem corresponder a letras, números ou símbolos. Podem ser armazenadas em ficheiros de fontes, onde são descritas as suas características físicas, ou seja, como vão ser visualizadas no ecrã e impressas. São identificadas por nomes e classificadas segundo determinadas famílias.

A Família Tipográfica é um agrupamento de caracteres, cujos traços são semelhantes, isto é, com características e detalhes idênticos que se repetem por todos eles.





Existem dois tipos de fontes: bitmapped e escaladas.
As fontes bitmapped são guardadas como uma matiz de pixeis e, por conseguinte, ao serem ampliadas, perdem qualidade. São ainda concebidas com uma resolução e um tamanho específicos para uma impressora específica, não podendo ser escaladas.
As cinco fontes bitmapped são: courier, MS Sans Serif, Small, MS Serif e Symbol.







As fontes escaladas são definidas matematicamente e podem ser interpretadas (redering) para qualquer tamanho que forem requisitadas. Contêm informação para construir os seus contornos através de linhas e curvas que são preenchidas para representarem um aspeto sólido de formas contínuas. Podem ser ampliadas sem perder a qualidade das suas formas.
Fontes escaladas: Type 1, TrueType e OpenType.






quarta-feira, 22 de outubro de 2014

“Código ASCII”

http://www.supertrafego.com/ms_codigo_ascii.asp




















http://www.network-science.de/ascii/


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http://www.glassgiant.com/ascii/




Codigos ASCII e Unicode

ASCII

ASCII é a sigla de American Standard Code for Information Interchange
ASCII é o código que atribui valores numéricos aos caracteres (algarismos, letras sinais de pontuação e outros símbolos) e que é usado como padrão para a troca de dados entre computadores
A codificação ASCII é usada para representar textos em computadores, equipamentos de comunicação, entre outros dispositivos que trabalham com texto. Desenvolvida a partir de 1960, grande parte das codificações de caracteres modernas herdaram-na como base.

Existem duas tabelas ASCII: a de 7 bits (com um total de 128 caracteres) e a de 8 bits (com um total de 256 caracteres, que é o padrão estendido incluindo caracteres acentuados).

Unicode

Unicode é um padrão que permite aos computadores representar e manipular, de forma consistente, texto de qualquer sistema de escrita existente. Publicado no livro The Unicode Standard o padrão consiste de pouco mais de 107 mil caracteres , um conjunto de diagramas de códigos para referência visual, uma metodologia para codificação e um conjunto de codificações padrões de caracteres, uma enumeração de propriedades de caracteres como caixa alta e caixa baixa, um conjunto de arquivos de computador com dados de referência, além de regras para normalização, decomposição, ordenação alfabética e renderização.

Padrões de codificação de caracteres

    No âmbito da nova subunidade e depois de realizado um árduo teste de avaliação, iremos publicar doravante novas mensagens acerca deste novo tema.

Uma codificação de caracteres é um padrão de relacionamento entre um conjunto de caracteres e um outro conjunto, como por exemplo números ou pulsos eléctricos, com o objectivo de facilitar o armazenamento de texto em computadores e a sua transmissão através de redes de telecomunicação.

sexta-feira, 17 de outubro de 2014

Representação digital da informação

- Grandezas informáticas
A menor unidade de informação que pode ser armazenada é designada por bit. Os bits são agrupados de modo a que seja possível a apresentação de letras, imagens, sons, valores numéricos decimais ou outros tipos de dados do sistema informático. As unidades e respetivas conversões estão expostas na seguinte tabela:
- Numeração Binária:

A Representação digital, ou binária, da Informação, é uma característica importante do sistema multimédia, dado que os meios dinâmicos e estáticos são representados digitalmente para poderem ser combinados numa aplicação multimédia. Os sistemas processam a informação através do tipo de software com que operam, no entanto, o hardware trabalha fundamentalmente com base no sistema binário.
O sistema numérico binário, ou de base dois, é um sistema de numeração que se baseia apenas em dois dígitos: 0 e 1
Toda a informação armazenada nos sistemas informáticos encontra-se codificada sob a forma de dígitos binários tal como processadores e outros circuitos digitais. 

Conversão de um número decimal para binário:
Para converter um número decimal em um número binário é necessário efetuar sucessivas divisões por 2 até se obter um quociente igual a 1. Após as sucessivas divisões, forma-se o número binário colocando os bits por ordem inversa da divisão, ou seja, da direita para a esquerda ou de baixo para cima.
Nota: O quociente da última divisão (1) é incluído no número binário.

Conversão de um número binário para decimal:
Para converter um número binário em um número decimal é necessário colocar por ordem cada bit que o compõe e multiplicá-lo pela base do sistema binário, que é sempre 2, e elevar essa base à posição que ocupa começando pela direita, ou seja, a base do último bit que aparece à direita é elevado a 0, a base do bit que aparece imediatamente à esquerda é elevado a 1 e assim sucessivamente, até ao primeiro bit do número binário. Para se obter o número real, soma-se os resultados de cada multiplicação.


- Conversão de um sinal analógico em digital: amostragem, quantização e codificação:

O sinal analógico é um tipo de sinal que varia continuamente em função do tempo. Por outro lado, o sinal digital assume um conjunto finito de valores discretos no tempo. Para transmitir sinais analógicos, tais como sinais de áudio e vídeo, de maneira digital,  esses precisam ser convertidos de uma forma para outra. Este processo é chamado de conversão analógico/digital, sendo composto por 
três etapas: amostragem, quantização e codificação.

● Amostragem: Etapa em que o sinal analógico será retido num valor fixo por um período de tempo.
● Quantização: Os pulsos do sinal serão arredondados para níveis de quantização;
● Codificação: Cada nível receberá um código binário.